TECNOLOGIA, RAÇA E GÊNERO

As mulheres negras nas TICs

Nós, mulheres, representamos 20% de profissionais que atuam no mercado de tecnologia de informação. Esse número cai ainda mais quando o percentual é de negros e negras, No Google, por exemplo, 2% são negros (não encontrei dados do número de mulheres negras na TI, caso encontrem anexe nos comentários).


Imagem da matéria original retirada do Correio Nagô

Desse modo, as relações de classe articuladas às questões de gênero e raça são fatores que têm orquestrado a escassa presença de mulheres no acesso, uso e produção de tecnologias no Brasil e Mundo.


Na contramão dessa “brecha digital” a articulação de mulheres tem sido um importante movimento de resistência, a exemplo das meninas do /MNT-Mulheres Na Tecnologia InfoPretaa I am the CODE


Confiram a matéria de Beatriz Almeida e conheçam mais uma experiência #ciiberfeminista no Brasil 👇

http://correionago.com.br/portal/lugar-de-mulher-e-onde-ela-quiser-inclusive-na-tecnologia/


Por Beatriz Almeida: repórter do Portal Correio Nagô.

Fotos: Rosalvo Neto/Instituto Mídia Étnica


Referências complementares

📷📱 https://www.geledes.org.br/conheca-infopreta-primeira-e-un…/

📷📱http://revistadonna.clicrbs.com.br/…/mulheres-na-ti-porque…/


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O Blog CiberFeminismo é um ciberespaço para debater sobre as implicações teóricas, práticas e políticas acerca do ciberfeminismo a fim da transformação social, em especial da destruição do patriarcado e todas as suas ramificações opressoras e excludentes.

Tem pesquisado este tema? Envie sua produção. Critique, sugira, opine. Vamos superar por incorporação! 

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O E-book Ciberfeminismo no Brasil: ativismo no ciberespaço traz um exame acerca do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação, especialmente a Internet, feito por ciberfeministas brasileiras no século XXI.

Da primeira e segunda onda ciberfeminista ao estudo de caso da rede brasileira Universidade Livre Feminista, apresentamos o processo histórico de surgimento do ciberfeminismo no mundo e seus avanços no Brasil, um mapeamento destas experiências, assim como, a experiência brasileira na conjuntura dos ciberfeminismos, reconhecendo as especificidades históricas do país.

Autora | Leidiane de Farias

Capa | Doris Rabelo

Prefácio |  Julianin Santos

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