CORNELIA SOLLFRANK E A NET.ART


“Desde meados dos anos noventa, a trajetória de Cornelia Sollfrank tem estado ligada ao hacking, a arte conceitual, a net.arte, o ciberfeminismo e, no geral, a transferência das estratégias subversivas das vanguardas nos meios digitais. Tem sido uma das responsáveis pelas três Conferências Internacionais Ciberfeministas, redatora da criação de “100 antíteses do ciberfeminismo” e fundadora do coletivo Old Boys Nework, um dos mais significativos deste anti-movimento surgido em plena explosão do novo media arte para denunciar a dominação masculina do ciberespaço”.


Nesta entrevista, republicada no Blog Ptqk_archive, Cornelia Sollfrank fala sobre questões acerca do papel político da arte/artista, os limites da ideia de autoria etc.


📷📎Veja, completa em espanhol https://ptqk.wordpress.com/2008/06/08/entrevista-a-cornelia-sollfrank-%E2%80%9Clos-artistas-deberian-repensar-su-rol-en-la-socieadd%E2%80%9D/

📷🗞️Bio de Cornelia Sollfrank


Publicado originalmente en Mugalari (suplemento cultural del diario Gara) el 31 de mayo de 2008.

#ConeliaSollfrank #Entrevista #Ciberfeminismo #NetArt

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O E-book Ciberfeminismo no Brasil: ativismo no ciberespaço traz um exame acerca do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação, especialmente a Internet, feito por ciberfeministas brasileiras no século XXI.

Da primeira e segunda onda ciberfeminista ao estudo de caso da rede brasileira Universidade Livre Feminista, apresentamos o processo histórico de surgimento do ciberfeminismo no mundo e seus avanços no Brasil, um mapeamento destas experiências, assim como, a experiência brasileira na conjuntura dos ciberfeminismos, reconhecendo as especificidades históricas do país.

Autora | Leidiane de Farias

Capa | Doris Rabelo

Prefácio |  Julianin Santos

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